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Atualizado em Janeiro de 2026
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Calculadora de Juros Compostos

Simular Juros Compostos

R$
R$

Como usar a calculadora de juros compostos

A ideia é simples: você informa quanto tem, quanto aporta, taxa e prazo. A calculadora devolve o montante final, o total investido e quanto disso veio de juros sobre juros.

Passo a passo

  1. 1Preencha o Valor inicial e o Aporte mensal (se não houver aporte, use R$ 0).
  2. 2Informe a taxa e escolha se ela é mensal ou anual.
  3. 3Defina o prazo (em meses ou anos).
  4. 4Escolha se o aporte ocorre no início ou no fim do mês.
  5. 5Clique em Calcular para ver montante final, juros ganhos e total investido.
  6. 6(Opcional) Marque Evolução mês a mês e depois exporte o PDF do resumo.

Método rápido (atalhos)

  • Já tem taxa ao mês e prazo em meses? Preencha só esses campos + valores (PV e aporte).
  • Quer comparar cenários? Duplique a simulação mudando apenas uma variável (taxa ou prazo ou aporte) para ver o impacto real.

Exemplos práticos de cálculo de juros compostos

Exemplo 1 (intermediário): aporte zero, só capital e taxa

Contexto: você quer projetar um valor único investido por 12 meses.

Dados: PV = R$ 10.000, taxa = 1% a.m., n = 12, PMT = R$ 0.

Passo a passo:
  1. Converter taxa: i = 1% = 0,01
  2. Aplicar a fórmula:
    FV = PV · (1+i)n = 10.000 · (1,01)12
Resultado (aprox.):

FV ≈ R$ 11.268,25

Interpretação:

O ganho não é “12% cravado”, porque a base cresce mês a mês com os juros.

Resumo: em juros compostos, tempo faz a taxa trabalhar a seu favor.

Exemplo 2 (complexo): aportes mensais + prazo maior

Contexto: você começa com um valor e faz aportes mensais por 3 anos.

Dados: PV = R$ 5.000, PMT = R$ 500, taxa = 0,8% a.m., n = 36, aporte no fim do mês.

Passo a passo detalhado:
  1. Taxa mensal: i = 0,008
  2. Montante do valor inicial:
    FVPV = 5.000 · (1,008)36
  3. Montante dos aportes (série uniforme, fim do mês):
    FVPMT = 500 · ((1,008)36 - 1) / 0,008
  4. Total:
    FV = FVPV + FVPMT
Resultado (aprox.):

FV ≈ R$ 26.200 (ordem de grandeza)

Análise:

Parte relevante do montante vem dos aportes, mas os juros acumulados crescem mais no final do período, quando o saldo está maior.

Observação: se o aporte fosse no início do mês, o resultado tende a ser maior, porque cada aporte “trabalha” por mais tempo.

O que é juros compostos

Juros compostos são um modelo em que os juros de cada período se somam ao saldo e passam a render também, criando o efeito de “juros sobre juros”. Esse mecanismo é comum tanto em investimentos quanto em dívidas longas, e o impacto aumenta conforme o prazo cresce. Uma explicação educativa está no Portal do Investidor, conforme a Portal do Investidor (CVM) — Juros simples e compostos.

O efeito bola de neve: o que muda quando você aumenta o prazo

Se você quer entender por que “um pouco a mais de tempo” costuma vencer “um pouco a mais de taxa”, faça um teste: mantenha a taxa e dobre o prazo. Em juros compostos, a curva tende a acelerar com o tempo — e isso ajuda a transformar constância (aportes) em resultado. Para conectar essa lógica com metas maiores, combine com o planejamento de longo prazo no conteúdo de primeiro milhão com aportes e consistência e simule cenários realistas.

Para quem serve o cálculo de juros compostos

Serve para qualquer situação em que você precisa projetar crescimento (ou custo) ao longo do tempo, como:

Quem investe todo mês:

estima o montante futuro com aportes recorrentes.

Quem está juntando para um objetivo:

viagem, entrada do imóvel, reserva de emergência.

Quem quer comparar produtos:

prazos e taxas diferentes mudam o resultado.

Quem está pagando uma dívida parcelada:

entende como o saldo evolui quando há capitalização.

Quem está decidindo entre aportar mais ou esperar mais tempo:

mede o efeito de cada escolha.

Diferença entre juros simples e juros compostos

Juros simples calculam juros sempre sobre o capital inicial. Juros compostos recalculam juros sobre o saldo acumulado.

ItemJuros simplesJuros compostos
Base de cálculoCapital inicialSaldo acumulado
CrescimentoLinearExponencial (acelera com o tempo)
Uso comumOperações curtas e didáticasInvestimentos e dívidas longas
Fórmula típicaFV = PV(1 + i·n)FV = PV(1+i)n

Exemplo rápido: com PV=10.000, i=1% a.m., n=12, o simples rende 1.200 e o composto rende mais porque a base cresce mês a mês.

Se você ainda se confunde com percentuais, vale treinar conversões na calculadora de porcentagem para transformar “1%” em “0,01” sem erro.

Erros comuns ao calcular juros compostos

  • Misturar bases (mês x ano):taxa anual com prazo em meses dá resultado errado. Converta para a mesma base antes.
  • Dividir taxa anual por 12 automaticamente:isso ignora equivalência composta (taxa “equivalente” não é divisão simples).
  • Esquecer o momento do aporte:aporte no início do mês rende mais que no fim.
  • Ignorar custos e impostos em produtos reais:a fórmula é matemática; o produto pode ter taxas, IR, IOF, carência e outras regras.
  • Comparar cenários mudando várias coisas ao mesmo tempo:altere uma variável por vez para entender causa e efeito.

Casos especiais de juros compostos

Aportes irregulares (nem todo mês é igual)

Quando os aportes variam, a conta deixa de ser uma “série uniforme” simples. A saída prática é simular mês a mês (planilha ou tabela de evolução) somando cada aporte no mês correto e aplicando a taxa do período. Para organizar decisões, você pode complementar com o guia de simulação e comparação de investimentos, separando cenários por risco, prazo e liquidez.

Juros compostos x inflação (poder de compra)

Um montante pode crescer em reais e ainda assim “valer menos” em poder de compra se a inflação for alta. Por isso, muita gente compara taxa nominal com taxa real (aproximadamente, o que sobra acima da inflação). Para simular atualização de valores por índice, existe referência pública no IBGE, conforme a IBGE — explicação e calculadora do IPCA. Se a meta é manter poder de compra, combine com a calculadora de correção monetária.

Dívidas e financiamentos: por que o custo “explode”

Em dívidas longas, juros compostos trabalham contra você — e o que importa não é só a taxa “do anúncio”. Em crédito, compare sempre o custo total (juros + tarifas + seguros). Para olhar isso de forma mais realista, use a lógica do Custo Efetivo Total (CET) antes de assumir parcelas que parecem pequenas no começo.

FonteURL
Portal do Investidor (CVM)https://www.gov.br/investidor/pt-br
Calculadora do Cidadão (BCB)https://www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO/publico/exibirFormCorrecaoValores.do?method=exibirFormCorrecaoValores
Juros Compostos (Explicação)https://www.gov.br/investidor/pt-br/penso-logo-invisto/juros-simples-e-compostos-um-estudo-detalhado-sobre-seus-impactos-no-cenario-financeiro
Inflação (IPCA) - IBGEhttps://www.ibge.gov.br/explica/inflacao.php

Dúvidas Frequentes sobre Juros Compostos

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Juros compostos são sempre melhores?

Para investir, normalmente sim (porque aceleram o crescimento). Para dívidas, normalmente não (porque aceleram o custo). “Melhor” depende do lado da operação: quem recebe juros tende a gostar; quem paga juros precisa controlar prazo e taxa.
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Qual é a fórmula do juros composto?

A forma mais conhecida é FV = PV(1+i)^n, em que i é a taxa por período e n é a quantidade de períodos. Com aportes mensais, soma-se o valor futuro de uma série de pagamentos (uma anuidade), o que a calculadora faz automaticamente.
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Aporte no início do mês ou no fim do mês muda muito?

Muda. No início, cada aporte fica um mês a mais rendendo. Em prazos curtos, a diferença é pequena; em prazos longos, a diferença costuma aparecer mais, principalmente com aportes maiores e taxas maiores.
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Como converter taxa anual para mensal sem errar?

Se você quer equivalência composta, não divida por 12 automaticamente. Use uma taxa mensal equivalente que, ao ser capitalizada 12 vezes, retorne a taxa anual. A calculadora faz essa conversão para simular mês a mês de forma consistente.
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Existe alguma ferramenta oficial para simular matemática financeira?

Sim. A CVM disponibiliza a Calculadora do Investidor, que permite simular operações como capitalização e outras funções financeiras, conforme o Portal do Investidor.
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Juros compostos são usados em quais investimentos?

Em muitos investimentos com rentabilidade acumulativa (quando os rendimentos permanecem aplicados). Na prática, o “efeito composto” aparece sempre que você reinveste e mantém o saldo trabalhando ao longo do tempo.
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Quanto tempo leva para “os juros superarem os aportes”?

Depende da taxa, do prazo e do valor aportado. Em geral, o peso dos juros aumenta no final do período, quando o saldo já está maior. A melhor forma de enxergar é ativar a evolução mês a mês e observar quando os juros mensais passam a ficar relevantes.
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O que acontece se a taxa for zero?

Sem juros, não existe “composto”: o montante vira apenas soma. A calculadora trata isso como caso especial para evitar divisão por zero e mostra FV = PV + PMT . n.
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Posso usar a calculadora para cartão de crédito e empréstimos?

Pode para entender a matemática, mas decisões reais pedem o custo total (tarifas, seguros, CET, datas de cobrança). Para dívida, uma simulação puramente “taxa e prazo” pode subestimar ou superestimar o custo final, dependendo do contrato.
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Juros compostos consideram impostos automaticamente?

Não. A calculadora é matemática e, por padrão, não inclui IR/IOF/taxas. Se você está comparando produtos de investimento, inclua custos e tributação do seu caso para não superestimar o resultado.
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Metodologia VerificadaComo fazemos os cálculos?Baseado em fontes oficiais

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