Máx: 18 meses
Máx: 36 meses
A calculadora ajuda a estimar valor da parcela, quantidade de parcelas e total previsto com base nas regras oficiais vigentes em 2026. Você preenche poucos dados e já vê o resultado com detalhes do cálculo.
• Se você só quer uma estimativa do valor, preencha apenas os 3 salários (modalidade formal) e calcule.
• Se você quer saber quantas parcelas, preencha a solicitação e os meses trabalhados (últimos 36) e calcule.
Valores e faixas do cálculo 2026 conforme a Ministério do Trabalho e Emprego — notícia "MTE reajusta valores do benefício Seguro-Desemprego" (vigência a partir de 11/01/2026).
Contexto: trabalhador formal, salários próximos do mínimo, quer estimar a parcela.
Passo a passo:
1. Salário médio:
2. Faixa aplicável: salário médio até R$ 2.222,17 → multiplica por 0,8.
3. Aplicar piso: em 2026, o benefício não pode ser inferior ao salário mínimo (R$ 1.621,00).
Resultado final: R$ 1.621,00
Interpretação: mesmo que 80% do salário médio dê R$ 1.600,00, a parcela sobe para o piso oficial.
Resumo: Parcela estimada = R$ 1.621,00 (piso 2026).
Contexto: trabalhador formal foi demitido sem justa causa, salário médio acima do limite, e quer saber valor + número de parcelas.
Passo a passo (valor):
1. Salário médio:
2. Faixa aplicável: salário médio acima de R$ 3.703,99 → parcela é invariável no teto.
Parcela estimada: R$ 2.518,65.
Passo a passo (parcelas):
1. Para 2ª solicitação, a quantidade de parcelas depende dos meses trabalhados (últimos 36):
2. Como foram 14 meses, o resultado é 4 parcelas.
Observação: se você estiver fora do prazo de requerimento, o valor não é pago — o prazo padrão do pedido é do 7º ao 120º dia após a demissão conforme a Gov.br — "Perguntas Frequentes - Seguro-Desemprego" (prazo).
Seguro-desemprego é um benefício que garante assistência financeira temporária ao trabalhador dispensado sem justa causa. Em 2026, a parcela pode variar de R$ 1.621,00 (piso) até R$ 2.518,65 (teto), conforme regras oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego para cálculo do salário médio e aplicação das faixas.
Quando a demissão chega, a dúvida costuma ser a mesma: "quanto eu vou receber e por quantos meses?". A calculadora organiza isso em segundos — e, se você também quer ter uma visão completa do desligamento, vale estimar as verbas rescisórias na calculadora de rescisão: Simule sua rescisão e veja o que entra no acerto.
Os valores abaixo têm vigência a partir de 11 de janeiro de 2026, conforme a Ministério do Trabalho e Emprego — notícia "MTE reajusta valores do benefício Seguro-Desemprego" (tabela 2026).
| Salário médio (base do cálculo) | Como calcular a parcela (2026) | Observação |
|---|---|---|
| Até R$ 2.222,17 | Parcela = salário médio × 0,8 | Aplica piso do salário mínimo |
| De R$ 2.222,18 até R$ 3.703,99 | Parcela = R$ 1.777,74 + 0,5 × (salário médio − R$ 2.222,17) | Fórmula da faixa intermediária |
| Acima de R$ 3.703,99 | Parcela = R$ 2.518,65 | Teto (valor fixo) |
| Piso (regra geral) | Parcela não pode ser inferior a R$ 1.621,00 | Salário mínimo 2026 |
Na prática, você faz a média dos 3 últimos salários, identifica a faixa e aplica a fórmula. Se o resultado ficar abaixo do salário mínimo, a parcela sobe para o piso. Se o salário médio ultrapassar o limite superior, o benefício "trava" no teto.
Além do valor, existe regra de tempo mínimo e situação do trabalhador (desemprego, renda, benefícios previdenciários). Os requisitos oficiais estão no mesmo ato informativo do MTE, incluindo a regra de tempo mínimo por solicitação (1ª/2ª/3ª+), conforme a Ministério do Trabalho e Emprego — notícia "MTE reajusta valores do benefício Seguro-Desemprego" (requisitos).
O cálculo serve para qualquer pessoa que precise estimar quanto e por quanto tempo o seguro-desemprego pode ajudar no orçamento — especialmente quando a decisão envolve buscar trabalho rápido, renegociar contas ou organizar reserva.
Trabalhador formal (CLT) demitido sem justa causa que quer prever valor da parcela e número de meses de pagamento.
Quem está na 2ª ou 3ª solicitação e precisa entender como a 'vez' do pedido muda as exigências de tempo.
Empregado doméstico que quer confirmar a regra de 3 parcelas e valor por parcela.
Trabalhador resgatado (condição análoga à de escravo) que quer saber o valor por parcela e o prazo específico.
Famílias que precisam planejar despesas essenciais com base no piso ou teto do benefício.
Os dois podem aparecer juntos após a demissão sem justa causa, mas são coisas diferentes: um é benefício mensal temporário, o outro é saque de saldo do fundo.
| Ponto | Seguro-desemprego | Saque do FGTS |
|---|---|---|
| Natureza | Benefício mensal (parcelas) | Saque do saldo do fundo |
| Base | Regras do programa e salário médio | Saldo disponível na conta FGTS |
| Objetivo | Renda temporária enquanto procura emprego | Acesso ao fundo (demissão e outras hipóteses) |
| Como "calcular" | Faixas, piso e teto (2026) | Depende do saldo e regras de saque |
Se você quer estimar o saque do fundo, use a calculadora dedicada: Calcule seu FGTS e simule valores de saque.
Consequência: parcela estimada fica errada (para mais ou para menos). Como evitar: informe os 3 valores e deixe a calculadora fazer a média.
Consequência: muita gente acha que vai receber 80% do salário sempre, mas existe mínimo e máximo. Como evitar: confira se seu caso cai no piso (R$ 1.621,00) ou no teto (R$ 2.518,65).
Consequência: você acerta o valor, mas erra a quantidade de parcelas. Como evitar: preencha os dois campos (período exigido e últimos 36 meses) quando a calculadora pedir.
Consequência: você pode ficar sem o benefício mesmo tendo direito. Como evitar: controle a janela do 7º ao 120º dia após a demissão.
Se sua remuneração muda mês a mês, o ponto decisivo é preencher os 3 últimos salários exatamente como constam nos comprovantes/folha. Uma diferença pequena pode mudar a faixa e, em alguns casos, aproximar você do teto. Se você está negociando um novo emprego e quer entender impacto de descontos e adicionais no mês, vale comparar com um cálculo de salário líquido para ter noção do "dinheiro na mão": Simule seu salário líquido e compare cenários.
Afastamentos podem bagunçar a leitura de "meses com salário" e os últimos 3 pagamentos usados para média. Por isso, vale conferir se houve meses sem pagamento de salário ou com rubricas diferentes no período imediatamente anterior à dispensa. Para organizar o planejamento, muita gente cruza contribuição e histórico de vínculos; se você precisa estimar contribuição sobre uma nova base salarial, use: Calcule a contribuição do INSS e confira faixas.
Férias proporcionais, 13º proporcional e outras verbas entram no acerto da rescisão, mas não são "parcelas do seguro". Misturar essas contas faz você superestimar a renda mensal dos próximos meses. Uma forma simples de separar é calcular férias e rescisão à parte e deixar o seguro apenas como renda mensal temporária. Para checar férias (principalmente se você quer entender o proporcional), use: Calcule férias e entenda o valor proporcional.
Aviso legal: As ferramentas disponibilizadas neste site são apenas para fins informativos e educacionais. Embora busquemos manter os cálculos e fórmulas atualizados, não nos responsabilizamos por eventuais divergências, perdas ou decisões tomadas com base nos resultados obtidos. Consulte sempre um profissional para orientações específicas ao seu caso.